A invenção de Morel

A Invenção de Morel, de Adolfo Bioy Casares.
Tradução de Samuel Titan JR, prólogo de Jorge Luis Borges e posfácio de Otto Maria Carpeaux. Editora Cosac Naif, 4ª reimprensão, 2012.

Borges na quarta capa:

“Discuti com o autor os pormenores da trama e a reli; não me parece uma imprecisão ou uma hipérbole qualificá-la de perfeita.”

Carpeaux no prólogo:

“Pois assim como o fugitivo de Bioy Casares temos todos nós a escolha, apenas, entre a morte pela peste e a prisão na vida – até a morte.”

Meu destaque para o “longo purgatório”, página 31:

“Não esperar nada da vida, para não arriscá-la; dar-se por morto, para não morrer.”

 

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