Memorial de Maria Moura

O Memorial de Maria Moura, tem o mesmo ritmo de Dôra, Doralina, só que mais bruto, a vida no sertão como ela era ou talvez seja até hoje. E a pergunta fica lá matutando na nossa cabeça: que fim levou Maria Moura? Que rumo vai tomar essa criatura?Rachel de Queiróz é mestra em te deixar querendo sempre ler o próximo capítulo mesmo quando o sono faz arder teus olhos.

A alegria de descobrir que conhecia palavras como pabulando*. Onde será que ouvi isso no outro extremo do país? É lembrança de criança, disso tenho certeza.

Me chamaram a atenção duas coisas: no início do livro a primeira das dedicatórias é para Rainha Elizabeth I (1533 – 1603) pela inspiração; no final do último capítulo a data do término do livro com horário, “Rio, 22 de fevereiro de 1992, onze da manhã” .

Editora Siciliano, 2ª ed, 1992

Memorial de Maria Moura de Rachel de Queiroz

* 1. Que está se exaltando por vaidade, demonstrando arrogância, ostentando suas próprias qualidades; 2. Que está desprezando (algo ou alguém), mostrando superioridade.

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